Por vezes, bons hábitos podem ter um grande impacto na sua carteira e no planeta.
Hoje em dia, os franceses procuram poupar onde conseguem. E isso passa também pelo consumo de energia. Felizmente, há pequenos gestos que são sempre úteis para aliviar o orçamento e, ao mesmo tempo, ajudar o ambiente. Como recorda a Engie no seu mais recente comunicado, “otimizar a utilização dos aparelhos do dia a dia representa uma forma concreta, acessível a todos, de consumir menos e melhor”.
Assim, a gigante da energia partilhou vários hábitos para reduzir o consumo de eletricidade no quotidiano e conseguir poupanças relevantes. Entre as várias fontes de despesa energética em casa, a lavagem pode ser facilmente otimizada sem investimento e sem perda de conforto. Descubra 5 bons hábitos a adotar sempre que põe uma máquina a lavar.
Máquina de lavar: como reduzir facilmente o seu consumo de energia?
Embora a máquina de lavar roupa não seja o eletrodoméstico que mais energia consome, vale a pena adotar bons hábitos para limitar os gastos. Não lhe custa nada e, ainda assim, pode fazer uma diferença real nas suas faturas.
Antes de mais, o primeiro reflexo a ter é encher sempre corretamente o tambor da máquina antes de iniciar um ciclo. Pode parecer óbvio para algumas pessoas, mas nunca é demais relembrar. Ao evitar lavar roupa com o tambor apenas meio cheio, reduz o número de ciclos necessários. E, sem dar por isso, isso acaba por pesar bastante nas suas contas.
Muitos franceses não têm noção de que a temperatura dos ciclos influencia fortemente o consumo. E sim, quanto mais elevada for a temperatura escolhida, mais energia a máquina irá gastar para aquecer a água. Na prática, entre 80% e 90% da eletricidade consumida numa lavagem é usada pela resistência; o restante alimenta o motor e a eletrónica. Uma diferença de apenas 10°C pode mudar tudo. Segundo um estudo do laboratório Testex, passar de uma lavagem a 40°C para 30°C permite poupar 30% de energia. Além de ser melhor para a roupa, lavar a 30°C também garante um consumo mais baixo. A diferença é impressionante. Fazer uma máquina a 60°C ou 90°C aumenta o consumo em pelo menos 50% face a uma lavagem a 30°C. Já sabe, portanto, qual é a temperatura mais vantajosa para as próximas lavagens.
Se se habituou aos ciclos rápidos, há uma má notícia. Na verdade, estes programas mais curtos são uma espécie de falsa boa ideia. Como a máquina tem de aquecer muito depressa para concluir a lavagem em pouco tempo, recorrer sistematicamente aos ciclos express torna-se extremamente dispendioso em termos energéticos. Por isso, a Engie recomenda optar pelo modo “Eco” sempre que possível. Pode demorar mais, mas é melhor para a sua fatura e para o planeta.
Fazer uma manutenção regular à máquina de lavar é uma das melhores formas de evitar consumos excessivos e prolongar a vida útil do aparelho. Por fim, se tem tarifa bi-horária, com horas de vazio e fora de vazio, a Engie aconselha vivamente a programar os ciclos para as horas de vazio, de forma a pagar menos pela mesma quantidade de consumo.
Naturalmente, o mesmo princípio aplica-se aos outros eletrodomésticos. A máquina de secar roupa é a que mais energia consome entre eles. Por isso, convém usá-la com moderação e privilegiar a secagem ao ar livre sempre que possível, reservando o seu uso sobretudo para o inverno. Os ciclos longos a baixa temperatura permitem poupar mais do que uma secagem rápida, enquanto um gesto tão simples como separar corretamente a roupa também pode fazer diferença. Se a roupa for previamente escorrida ou pré-seca, reduz igualmente o tempo de funcionamento do aparelho.
No caso da máquina de lavar loiça, a lógica é idêntica. O modo “Eco” deve ser privilegiado para baixar o consumo, graças a uma lavagem mais longa e a baixa temperatura, menos exigente em energia. Tal como na máquina de lavar roupa, evite pôr a máquina de lavar loiça a trabalhar se não estiver completamente cheia. Por fim, limpar regularmente o filtro do aparelho é um pormenor importante.
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